O toque salvou-me a vida

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O poder do toque humano em fotografias

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CARE FOR HUMAN TOUCH TO INSPIRE TOGETHERNESS

Hoje em dia, o ritmo acelerado da vida quotidiana, a relevância das plataformas virtuais e a pandemia do coronavírus estão a minimizar o toque humano e a fazer com que nos sintamos mais sós e isolados. Com esta iniciativa #CareForHumanTouch, queremos inspirar e aumentar a consciencialização para os efeitos benéficos do toque humano nas nossas vidas!

EFEITOS DO TOQUE

O que acontece ao nosso corpo quando alguém nos toca?


1

O batimento cardíaco baixa e a pressão arterial normaliza


2

Os sintomas de ansiedade ou depressão são atenuados


3

O nível de hormonas de stress diminui


4

O nível de hormonas de bem-estar aumenta, e o sistema imunológico é fortalecido

“Estes são tempos traumáticos e o vírus não é para brincadeiras. Claro que voltaremos a tocar-nos assim que pudermos, pois isso está na nossa natureza.”

Prof. Dra. Tzipi Strauss

Especialista em pediatria e neonatologia

O poder do toque está cientificamente comprovado

O toque ajuda a minimizar a agitação relacionada com a demência

O resultado de 163 estudos envolvendo quase 25 000 pacientes demonstrou que o tratamento multidisciplinar, a massagem e a terapia de toque foram mais eficazes do que o tratamento de pacientes com medicamentos antipsicóticos tradicionais.

O toque (pele com pele) ajuda bebés prematuros a desenvolverem-se

O estudo revela evidências adicionais de que se um bebé prematuro estiver clinicamente estável, a prática milenar de segurar o bebé junto ao peito (pele com pele, batimento cardíaco com batimento cardíaco) poder-lhe-á fazer bem. Adicionalmente, a partir duma pesquisa de mais de 100 estudos anteriores, descobriu-se que, em geral, colocar o bebé pele com pele, amplamente conhecido como "cuidado maternal canguru", pode reduzir o risco de morte de um bebé prematuro com baixo peso à nascença até 36 por cento.

Estudo da solidão

Um estudo sobre idosos britânicos descobriu que a solidão seria duas vezes mais prejudicial à saúde do que a obesidade, e que pessoas sozinhas com 50 anos ou mais tinham duas vezes mais probabilidades de morrer do que os seus pares não solitários. Devido aos riscos da solidão e de problemas de saúde relacionados com a idade, os idosos precisam de mais contacto.

O toque no desporto

Um estudo etológico americano codificou o comportamento de toque de jogadores da National Basketball Association (NBA) durante a temporada 2008-2009. De acordo com as expectativas, um toque no início da temporada previu um maior desempenho, tanto individual quanto ao nível de equipa, no final da temporada.

Inspire-se

Há muitas formas de trazer mais contacto humano ao seu mundo. Porque não começar hoje?

Relatório global

The State of Human Touch

Todos os anos, NIVEA conduz uma pesquisa mundial com mais de 11 000 pessoas. Uma descoberta impressionante: Existem muitas pessoas que quase não experienciam o toque físico. E a pandemia Covid-19 ainda tornou tudo pior.

Taxas globais de aprovação:
“Nenhum contacto físico no dia anterior à entrevista.”
[{"X":"1025","Y":"157","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e27% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEm comparação com o ano anterior, este número diminuiu um ponto percentual. Aparentemente, muitas pessoas na Alemanha não experienciaram qualquer mudança no que diz respeito ao toque físico desde as restrições da Covid-19. Uma razão para tal poderá ser o facto das pessoas terem ficado mais tempo em casa com a família e amigos. \n\u003c/p\u003e\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e60% gostariam de ser abraçados mais vezes \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eIsto corresponde à média global mundial de 61%. \n\u003c/p\u003e\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e44% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003e60% de todos os entrevistados em todo o mundo disseram que ajudar os outros os fez sentir menos sozinhos. Na Alemanha, apenas 44% dos entrevistados concordaram com esta afirmação. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"682","Y":"195","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e26% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEm comparação com o ano anterior, esse número caiu três pontos percentuais. Uma razão para tal poderá ser o facto das pessoas no Reino Unido terem ficado mais tempo em casa com as suas famílias e amigos. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e63% gostariam de ser abraçados mais vezes \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste resultado é um pouco superior à média global de 61%. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e60% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste resultado corresponde exatamente à média global de pessoas que dizem que ajudar os outros reduz o sentimento de solidão. \n\u003c/p\u003e\n","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"764","Y":"473","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e21% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eOs números mantiveram-se idênticos aos do ano anterior. Aparentemente, as medidas de distanciamento social não levaram à diminuição do toque físico. Uma razão para tal poderá ser o facto das pessoas terem ficado mais em casa com a família. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e59% gostariam de ser abraçados mais vezes\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste resultado fica apenas um pouco abaixo da média de 61%. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e59% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eIsto corresponde aproximadamente à média global de 60%. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"540","Y":"663","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e21% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eAparentemente, as medidas de distanciamento social afetaram profundamente as pessoas no Brasil. O número aumentou de 12% para 21% num ano. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e78% gostariam de ser abraçados mais vezes\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste número é muito mais elevado do que a média global. Aparentemente, as pessoas no Brasil sentem mais falta do toque físico do que os entrevistados de outros países.\n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e88% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003e60% de todos os entrevistados em todo o mundo disseram que ajudar os outros os fez sentir menos sozinhos. No Brasil, o número era muito maior: 88% dos entrevistados concordaram com a afirmação de que ajudar os outros reduz o sentimento de solidão. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"930","Y":"331","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e26% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEstes números estão em linha com a média global de 26%. Mas em comparação ao ano passado, este número passou de 7% para 26%. Aparentemente, para muitas pessoas, as medidas de distanciamento social em Itália aumentaram a falta de contacto físico. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e71% gostariam de ser abraçados mais vezes\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eAs pessoas em Itália parecem sentir mais falta do toque físico do que as pessoas em outros países. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e64% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003e60% de todos os entrevistados em todo o mundo disseram que ajudar os outros os fez sentir menos sozinhos. Em Itália, 64% dos entrevistados concordaram com esta afirmação. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"1003","Y":"711","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e25% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eO que está próximo da média global de 26%. Em comparação com o ano anterior, porém, este número aumentou acentuadamente de 16% para 25%. Tudo leva a crer que as pessoas na África do Sul experienciaram menos contacto físico devido às medidas de distanciamento social. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e61% gostariam de ser abraçados mais vezes\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste número corresponde exatamente à média global. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e67% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003e60% de todos os entrevistados em todo o mundo disseram que ajudar os outros os fez sentir menos sozinhos. Na África do Sul, 67% dos entrevistados concordaram com esta afirmação. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"402","Y":"341","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e26% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste resultado está próximo da média global de 26%. Em comparação com o ano anterior, porém, este número aumentou 5 pontos percentuais. Aparentemente, as pessoas nos EUA experienciaram menos contacto físico devido às medidas de distanciamento social. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e60% gostariam de ser abraçados mais vezes\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eIsto corresponde aproximadamente à média global de 61%. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e63% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003e60% de todos os entrevistados em todo o mundo disseram que ajudar os outros os fez sentir menos sozinhos. Nos EUA, 63% dos entrevistados concordaram com esta afirmação. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"1375","Y":"415","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e36% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste resultado é muito maior do que a média global e a maior taxa global na nossa pesquisa. Isso corresponde à elevada aceitação das restrições da COVID na Coreia do Sul \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e36% gostariam de ser abraçados mais vezes\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eCuriosamente, é muito menos do que a média de 61%. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e39% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003e60% de todos os entrevistados em todo o mundo disseram que ajudar os outros os fez sentir menos sozinhos. Na Coreia do Sul, apenas 39% dos entrevistados concordaram com esta afirmação. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"1404","Y":"715","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e30% não experienciou o toque físico no dia anterior à entrevista\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste resultado é superior à média global de 26%. Em comparação com o ano anterior, este número aumentou efetivamente quatro pontos percentuais. Aparentemente, as pessoas na Austrália experienciaram menos toque físico devido às medidas de distanciamento social. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e62% gostariam de ser abraçados mais vezes\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEste resultado corresponde aproximadamente à média global de 61%. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003e60% sentiram-se menos sozinhos por ajudarem ativamente outros\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eIsto corresponde exatamente à média global de pessoas que se sentem menos sozinhas ao ajudar os outros. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]}]
“Dois amigos num café. Número de toques em Inglaterra: zero. Nos EUA: dois. Em Porto Rico: 180 vezes.”

Sidney M. Jourard

Psicólogo

Comunicação Não Verbal

A LÍNGUAGEM INTERNACIONAL DO TOQUE

É claro que receber um toque amigável de pessoas conhecidas pode ser uma experienca agradável ou invasiva. E embora o toque seja uma linguagem universal e a primeira que aprendemos, existem algumas diferenças no mundo. Por exemplo:
[{"X":"1230","Y":"705","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eNa Europa, América do Norte e América do Sul, os apertos de mão são rituais de saudação comuns \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eSão praticados entre jovens e idosos, homens e mulheres, superiores e funcionários. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eNos países árabes, a hierarquia entre as pessoas é fundamental para a saudação \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEntre os homens, um ligeiro aperto de mão com contacto visual é um ritual de saudação comum. Numa sala com várias pessoas, primeiro o anfitrião, depois o mais velho e depois todas as outras pessoas são bem-vindas. \n\u003c/p\u003e\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eEm muitos países asiáticos, a reverência é um gesto comum de saudação \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eO aperto de mão japonês, por exemplo, é tradicionalmente ligeiro, acompanhado de uma leve reverência em sinal de respeito e de pouco ou nenhum contacto visual. \n\u003c/p\u003e\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eUm aperto de mão em África deve ser firme e é frequentemente prolongado \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eNa Namíbia, os polegares são colocados no meio do aperto de mão. Na Libéria, as pessoas batem as mãos e executam um complexo estalar de dedos. Na África do Sul e Oriental, segurar o cotovelo direito com a mão esquerda durante o aperto de mão é um sinal de respeito. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"890","Y":"715","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eNa Europa, América do Norte e América do Sul, os apertos de mão são rituais de saudação comuns - também entre homens e mulheres \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEm alguns países, como na Itália ou na Rússia, o homem espera que a mulher aperte a mão primeiro para a cumprimentar. \n\u003c/p\u003e\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eNos países árabes, as mulheres não são cumprimentadas, e se forem é de forma muito subtil\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eUm aceno de cabeça é suficiente como saudação. Também aqui a regra é: o homem espera até que a mulher aperte a sua mão, e só então pode também apertar a dela. No entanto, é normal o aperto de mão entre as mulheres. \n\u003c/p\u003e\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eNa Ásia, apertar as mãos como uma saudação não é comum - em vez disso, as pessoas curvam-se mutuamente\n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eA ordem de saudação na Ásia é resultado da hierarquia. Assim, a hierarquia mais elevada e os mais velhos são cumprimentados primeiro, seguidos por aqueles que são socialmente semelhantes. O género não tem qualquer importância. \n\u003c/p\u003e\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eO ritual de saudação mais comum no continente africano é também o aperto de mão \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eAlém de ter de ser firme, também se deve olhar a outra pessoa nos olhos. Em algumas partes de África, o contacto físico entre mulheres e homens é incomum. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"843","Y":"288","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eO beijo no rosto possui inúmeras variações, especialmente na Europa, bem como na América Central e do Sul \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eO número de beijos varia de país para país. Na Áustria, normalmente dão-se dois beijos, um em cada bochecha, já na Suíça e em França dão-se três beijos. No entanto na Bélgica o mais comum é dar apenas um beijo, já na Argentina são dados quatro beijos.\n\u003c/p\u003e\n\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eNos países árabes, os beijos no rosto são comuns apenas entre pessoas do mesmo sexo \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eAs mulheres no Sudão, por exemplo, podem dar três beijos alternados nas bochechas ao cumprimentar outras mulheres. \nNa Síria, cumprimentos informais entre pessoas do mesmo sexo podem envolver um abraço ou dois beijos em cada bochecha. \n\u003c/p\u003e\n\n\n\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eNa Ásia, beijos no rosto são considerados inapropriados \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eNa Tailândia, por exemplo, a cabeça é a parte mais alta do corpo e, para os tailandeses, a sede da alma, portanto nunca deve tocar na cabeça de uma pessoa, nem mesmo de uma criança pequena. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]},{"X":"1193","Y":"291","Color":null,"HotspotDetail":[{"Type":"HotspotText","Title":"","Copy":"\u003ch3 style=\"text-align:left;\"\u003eAbraçar é geralmente mais comum entre amigos \n\u003c/h3\u003e\n\u003cp style=\"text-align:left;\"\u003eEmbora os tipos de abraço variem entre culturas e sejam mais ou menos comuns em alguns lugares. Também se podem aplicar regras entre géneros. Por exemplo, os abraços na América são muito mais comuns entre mulheres do que homens. As leis de assédio também podem limitar o contacto físico entre pessoas, já que o contacto pode ser interpretado como algo íntimo. \n\u003c/p\u003e","Link":{"Title":"","Url":""},"Button":null}]}]

TÓPICOS ATUAIS

A EPIDEMIA DA SOLIDÃO

Os millennials são os mais conectados, mas os mais sozinhos.
Mas existe solução! Entrevista com Derrick Feldmann sobre a solidão, de onde vem e como podemos ajudar a preveni-la.

SABIA QUE...

diz que o toque físico não é algo que aconteça todos os dias nas suas vidas

sentem muita falta do toque e querem compensar o que perderam depois desta crise pandémica passar

tomaram consciência durante o isolamento o quão importante é o toque físico para a sua saúde

sentem-se sós quando não têm o toque humano

diz que o isolamento faz com que se sintam mais sozinhas do que nunca

dizem que a falta do toque humano faz com que se sintam mais sozinhas, mesmo que tenham muitos contactos nas redes sociais